Sábado, 4 de Abril de 2009

Prof. Dr. António de Oliveira Salazar

Trinta anos volvidos sobre o afastamento de Oliveira Salazar da chefia do governo, cumpre homenagear aquele que foi uma das maiores inteligências e mais fortes personalidades da história; o homem de génio que salvou Portugal da decadência e da indigência, restaurou-lhe o prestígio e recolocou-o nos trilhos da sua missão histórica; o estadista de craveira excepcional para quem os interesses e direitos de Portugal estiveram sempre acima de tudo; o português de lei, o exemplo de integridade, o derradeiro cruzado e profecta do Ocidente.

O Portugal de Salazar foi uma Nação grande, repartida por quatro continentes, com incalculável importância geoestratégica e grandes responsabilidades históricas; o Portugal de hoje é minusculo e exiguo rectângulo.

O Portugal de Salazar foi uma Nação independente com autonomia de julgamento e decisão; o Portugal dos nossos dias abdicou da sobrania e esmera-se na obediência à cartilha de estrangeiros.

0 Portugal de Salazar foi inflexivel na defesa da população ultramarina contra terroristas assassinos; o Portugal abrilino abandonou a mesma população à sanha dos seus algozes.

O Portugal de Salazar defendeu a dignidade da pessoa humana, garantiu a ordem nas ruas e a segurança dos cidadãos; 0 Portugal da actualidade considera a dissolução do carácter e as aberrações morais como exercício da liberdade, e condescendente com desordeiros e militantes, não oferece segurança às pessoas de bern, seja em casa ou nas ruas.

O Portugal de Salazar dotou o país de infra-estruturas, promoveu a sua industrialização e protegeu os sectores-chave da economia, integrando-o paulatinamente e com salvaguardas nos espaços económicos de livre-comércio, gerado pela Abrilada, arruinou as estruturas económicas e preside alegremente ao desmantelamento da indústria, da agricultura e das pescas, segundo o receituario mundialista.

O Portugal de Salazar entendia a política como instrumento ao serviço da colectividade e o poder como missão de servir; no Portugal vigente, a política e estratagema para a satisfação de interesses egoistas de pessoas e grupos. enquanto o poder é interpretado como o direito de servir-se.

O Portugal de Salazar cultivava a nossa História, homenageava os nossos Maiores, condecorava os Heróis da Patria; o Portugal abrilino expunge a nossa Históra, ignora os nossos Maiores, exalta os traidores à Pátria.

O Portugal de Salazar não discutia Deus, a Patria, a Família; no Portugal abrilino nega-se Deus, vende-se a Patria, liquida-se a Família.

O Portugal de Salazar soube merecer os nossos mortos; o Portugal abrilino os não merece.

Diante de tanta traição, tanta apostasia, tanta ignomínia, tanta passividade e tanta dissolução do carácter nacional, cumpre inquirir se o consulado de Salazar não foi - "somente" uma barragem temporária contra o declínio inelutável da Nação portuguesa. Afinal, se os portugueses se estão nas tintas para a sua nacionalidade, se sentem-se bem na companhia de traidores à Patria que amputaram largas parcelas do seu territ6rio e promoveram a imolação de milhões de inocentes, se se contentam em comer pelas mãos de estrangeiros, se se regozijam com afrontas à sua História e aos Maiores, se se genufletem sorridentes diante daqueles que nos querem dominar, diluir e absorver - então or portugueses têm o destino que merecem. "25 de Abril", Maastricht, Shengen, Amesterdão, regionalização, iberismo, mundialismo; são tudo etapas da viagem ao aniquilamento físico da Nação, tornado possível - exclusivamente - pela decomposição programada do carácter nacional.

Registam-se aqui a homenagem a Salazar e a saudade que este homem providencial deixou nos corações onde ainda vibra o nome de Portugal. E acrescenta-se que a prespectiva oferecida pelo "espectáculo" deste último quarto de século confirma e amplifica a genealidade de Salazar.


* * *

O deputado Pacheco Pereira escreveu um artigo para o jornal "Diário de Notícias", que foi aproveitado para ser notícia nas paginas do jornal "Expresso", queixando-se do Dr. Oliveira Salazar, dizendo que apesar de ter sido um homem inteligente, deixara ficar Portugal numa situação de falta de esperança na vida para o futuro, com uma população de analfabetos e sendo o mais pobre país da Europa.

O deputado Pacheco Pereira, que fala e escreve com a facilidade de quem estudou, não parece ser analfabeto já que foi no tempo do Dr. Salazar que andou na escola a aprender as letras, como tantos outros que por alí andam a arrotar postas de pescada dizendo mal do passado e esquecendo-se que foi no antigamente que aprenderam a ser gente.

Deve agradecer e não criticar os estudos que teve, já que, depois da "heróica abrilada", esta nova geração pouco estuda e nada tem de educada como se pode testemunhar diariamente com o comportamento que tem para com aqueles que merecem ser respeitados.

O deputado Pacheco Pereira que nasceu e viveu no tempo do Estado Novo, quando o Dr. Oliveira Salazar governava, deve lembrar-se que não havia a pobreza que reclama e tudo não passa de imaginação já que pelos vistos não morreu à fome e teve a felicidade de estudar e não foi apanhado no 25 de Abril de mão estendida a pedir esmola, como tantos outros seus "camaradas" que agora de papo cheio vieram do antigamente para exercerem posições governativas.

O Deputado Pacheco Pereira que não vislumbrava, no tempo do Dr. Salazar, uma esperança de vida futura deve estar muito enganado se pensa que foi com a revolução dos cravos que ganhou a liberdade para conseguir o que queria com a "liberdade" agora conquistada. Engana-se pois a esperança de muita gente num melhor futuro está a ser hipotecada com as facilidades que a democracia lhes dá, pois para ganharem o sustento do dia-a-dia, infelizrnente, são obrigados a mudar de camisa conforme a música, como fazem os deputados deste País que defendem o tacho pouco se importando com quem à volta se governa com o dinheiro que vem de fora e com aquele que ainda se encontra nos cofres do Estado, amealhado honestamente pelo Dr.Oliveira Salazar.

Falar de barriga cheia, com a promessa de uma reforma ao fim de 10 anos de trabalho (trabalho?) como deputado, não custa nada, como também fazer obras com o que é mendigado no exterior torna-se fácil.

A sorte do deputado Pacheco Pereira é ter nascido em Portugal no tempo do Dr. Salazar ou já se esqueceu que o Homem que ataca safou Portugal de entrar na II Guerra Mundial, dando a oportunidade ao seu pai de não morrer na ponta de uma baioneta nazi, perdendo-se assim o "prazer" de o termos agora aqui a dizer mal do passado.

O deputado Pacheco Pereira que se juntou aos "camaradas analfabetos" surgidos com a Abrilada mostraram sem dúvida serem analfabetos já que sem estudos e instrução, mas convencidos de serem mais "espertos" que os de antigamente, fizeram a borrada que foi a descolonização que colocou na pobreza milhares de portugueses sem esperanças no futuro, deixando para trás um Ultramar vazio de valores humanos, com uma população de milhões de pessoas a viverem na mais carente miséria, e sem precisar de concluir que, em Portugal, a situação fictícia em que vivem os portugueses é pura fantasia saloia.

Na festa dos 25 anos do "Expresso" não premiaram ninguém nascido depois do 25 de Abril. Foram apenas galardoados 23 presumíveis "analfabetos" já que o futebolista Figo, que dá pontapés na bola não precisa para isso ser doutor. Quanto a Rosa Mota, coitadinha, ficou analfabeta depois do tal 25 de Abril, não é deputado Pacheco Pereira?

Parece mentira mas não é, em Moçambique e Angola nunca antes do 25 de Abril de 74 vi algum preto nas ruas de mão estendida a pedir esmola.

Em 1961 e 1968 passeando pela Europa, dei de caras com muitos mendigos brancos nas ruas á espera da caridade alheia.

Na Europa e no Mundo inteiro existem analfabetos que os países atingidos não gostam de comentar nem andam a propagandear como geralmente é aproveitado pelos portugueses sempre prontos para nos envergonhar dizendo mal da sua terra natal.

Que existia pouca esperança de vida futura é uma verdade, mas isso era na ex-URSS, deputado Pacheco Pereira. Onde quem não era do partido comunista tinha os dias contados, ou morrer no Gulag ou trabalhar na Sibéria como escravo.

Deputado Pacheco Pereira, se pensa que os portugueses em liberdade" e "sem censura" passaram a viver melhor do que antigamente, está redondamente equivocado. Lá porque todos têm automóvel, telefone portátil e deixaram de comer sardinhas para encherem a mula com mariscos não quer dizer que estão hem de vida. Estão todos endividados e querem mostrar uma vida de novos ricos que pensam que são.

Se a justiça fosse mais severa metade da população portuguesa estaria a ver o sol aos quadradinhos.

Razão tinha o Dr. António de Oliveira Salazar quando confessou que o seu nome seria retirado da ponte que mandou construir.

Ao tentar apagar o passado com esse gesto mesquinho e hipócrita, os políticos ambiciosos e oportunistas que surgiram com a revolução militar dos cravos tentaram, inutilmente, fazer esquecer a figura de um Homem que serviu a Pátria com patriotismo e honestidade. Quase é recordado diariamente para o insultarem. Estão mostrando de verdade a pequenez dos seus comportamentos delapidando a herança que ele nos deixou quando, orgulhosamente só, sem ajudas exteriores e um Utramar prodigioso colocou Portugal a par das nações poderosas como um aliado a não rejeitar.

Mas infelizmente a presente realidade é outra e não podemos fugir a ela. Ao abandonar o Ultramar e rejeitar o escudo, a Nação Portuguesa vive às custas dos subsídios europeus, presta vassalagem aos novos régulos de Africa, coloca-se de cócoras perante os mais ricos e aceita de espinha dobrada as suas ordens.

Um Portugal aos poucos transformado em pó de traque.

Por que razão, deputado Pacheco Pereira, a realeza europeia procurou Portugal para viver quando a II Guerra Mundial devastava para lá das nossas fronteiras neutras?

Se era miserável, analfabeta e com poucas esperanças de vida o que veio essa gente toda procurar em Portugal?

Não seria preferível escolherem a América do Sul tão longe da Europa a arder do que cair nas mãos "sanguinárias" do "ditador" que com inteligência superior poupou Portugal e os portugueses a uma guerra dolorosa?

Para terminar, deputado Pacheco Pereira, tenho a dizer o seguinte: a esperança duma vida sem problemas financeiros dos reformados que estão na terceira idade é nula.

A geração que nasceu e estuda depois da "gloriosa revolução dos cravos" tem comportamentos de educação e instrução que mais parecem de selvagens.

No que diz respeito à pobreza que deixou de existir com o "heróico movimento dos capitães",o que anda a fazer aquela gente toda no Rossio (sem falar de outros lugares) de mão estendida ou a mostrar as mazelas fisicas?

Não estou a falar dos pretos que lá estão, o lugar deles seria nas suas terras a plantar banana, refiro-me aos brancos, homens e mulheres...

* * *

Na jantarada para comemorar o vigésimo quinto aniversário do Partido Socialista não faltaram, como é da praxe nestas ocasiões, os discursos.

Escolhidos entre os mais ilustres "sócios do clube", cada um no seu estilo partidário, elogiaram, enalteceram, vangloriaram e aplaudiram os correligionários que mais se distinguiram na conquista "democrática" de um Pais, tão pequenino na Europa que, "orgulhosamente acompanhado", tem "dado cartas" de sabedoria ao Mundo e, desvanecidos num piscar de olhos, avalizam os subsídios mendigados.

0 prirneiro-ministro, que pertence à "troupe", ao botar o seu discurso com loas, para captar a simpatia do auditório, atacou o Portugal do Dr. Salazar dizendo que era uma Nação de remediados, mediocres, mesquinhos e de riqueza envergonhada. Além de malcriado, foi insolente e arrogante, pois insultou toda a geração desses portugueses.

Sendo primeiro-ministro de Portugal e aceitando, sem se dar ao respeito, quando publicamente é insultado e gozado pelos órgãos de comunicação social, não tem qualquer direito de descarregar a sua bílis no povo que o elegeu e nos outros que lhe disseram não.

A maioria do povo português não aceita os adjectivos empregues,pois é ele, o povo que com esforço e trabalho paga o seu vencimento e mordomias para o não ofender.

Quais foram as melhorias para o povo, aqueles que o engenheiro Guterres chama de remediados, mediocres, mesquinhos e ricos envergonhados? Porventura o povo vive melhor porque as ruas estão apinhadas de automóveis? Por acaso há mais pessoas cultas, melhores médicos, melhores engenheiros e arquitectos?

E mesquinhos! Será que os portugueses agora são mais abertos, generosos do que outrora?

Riqueza envergonhada, não. Recatada, privada, sem propaganda, sim. Os actuais novos ricos é que ostensivamente badalam os seus bens nas revistas pimba, numa desavergonhada ostentação de proventos duvidosos.

Aliás foi nas escolas e universidades do Estado Novo do Portugal do Dr. Salazar que o senhor engenheiro Guterres tirou o curso, assim como tantos outros que só sabem dizer mal do passado e são doutores com canudos a abicharem os tachos que têm no Governo onde até à data não deixaram de "mamar" nos cofres do Estado, sugando a "mesquinha riqueza" de ouro que lá foi acumulada pela "ditadura envergonhada", para hoje andarem a cuspir no prato onde aprenderam a ser gente. A "riqueza envergonhada" do Dr. Salazar no Portugal de ontem, foi aplicada no desenvolvimento do Pais e em outras tantas coisas que seria enfadonho enurnerá-las, mas as apontadas são a prova de que ela foi sabiamente empregue, como sejam: nas duas pontes (Porto e Lisboa), obras de engenharia excelentes; numa marinha mercante invejada, uma transportadora aérea de gabarito internacional, estaleiros com encomendas de todo o mundo, indústrias, comércio agro-pecuário e uma extraordinária capacidade de suportar sozinho a guerra que nos fora imposta por "aliados" traiçoeiros que com os olhos postos no Ultramar se viam ultrapassados na corrida que Portugal mantinha para liderar o monopólio mundial, onde o escudo português tinha valor idêntico à libra e ao dólar.

No Portugal de hoje, do engenheiro Guterres, a marinha mercante desapareceu; a TAP está desacreditada; os estaleiros não recebem encomendas; foi feita uma ponte com empréstimos estrangeiros (a outra a que chamam 25 de Abril foi roubada); o escudo vai sumir; as empresas abrem falência todos os dias; não há guerras a suportar, e tem a "aliada benfeitora da Europa" que subsídia as poucas vergonhas de um Governo que gasta milhões em passeios turísticos, não ajuda a terceira idade mas auxilia generosamente países do terceiro mundo.

No Portugal da "ditadura" os serviços de saúde eram a sagrada sobrevivência dos doentes. Os hospitais do socialista engenheiro Guterres são um inferno para quem infelizmente precisa deles. O ópio do povo, que é o futebol, no reinado da "democracia" deixou de ser um desporto para se tornar numa bandalheira... nas bancadas, no relvado e nas rasteiras dos dirigentes.

É de lamentar que no Portugal de Guterres a Educação não tenha progredido (antes pelo contrário, regrediu) para recuperar os "remediados e medíocres" fazendo deles doutores, dando assim ao país sumidades dignas de Prémio Nobel. Mas a educação socialista nada adiantou, apenas conseguiu que a juventude copiasse as palavras e os actos dos seus "camaradas chefes" que passam o tempo todo a culpar a figura do Dr. Oliveira Salazar como responsável de todas as desgraças, como ficou demonstrado nas atitudes selvagens e ordinárias dos energúmenos "estudantes" que às portas das igrejas e no seu interior agrediram cidadãos respeitáveis, e já não muito jovens, apenas por estarem numa missa por alma do Dr. Oliveira Salazar, homem que serviu a Pátria com honestidade e patriotismo.

As atitudes javardas dessa juventude transviada, só podem ter sido manipuladas por gente desertora, comunistas, decapitadores de estátuas e vândalos destruidores do nosso passado.

Esperemos ao menos que esses jovens, alguns cobardemente encapuçados, sejam severamente punidos. Talvez algum deles seja filho de um homem que não morreu na II Guerra Mundial porque Salazar sabiamente conseguiu que Portugal não entrasse no conflito mortal.

Essa escumalha que pratica actos de cara tapada, de cravo vermelho na mão e canta canções do "Zé da Grândola" é a ralé, filhos de uma abrilada, empenhados na destruição de Portugal como Nação.


António Júlio Dias Rodrigues

Do Livro ANTOLOGIA DE DEPOIMENTOS

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publicado por Admin às 16:16
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